Desafios na saúde pública: como lidar com epidemias no Brasil?
Enviada em 17/04/2020
O filme “o poço” retrata o egoísmo humano acerca da oportunidade de viver em uma sociedade saudável e produtiva. Fora da ficção, o cenário brasileiro encaixa-se no contexto que tangencia ao descaso populacional, problemático, especialmente, em razão da fragilidade da saúde pública, sobretudo no âmbito de epidemias.
Precipuamente, é fulcral pontuar que na esteira de empecilhos as precárias condições à saúde, alude-se a displicência dos órgãos governamentais na administração de capital para a área, acarretando a ineficácia de investimentos em âmbitos primordiais. Destarte, o empecilho relaciona-se as condições de moradia, em que serviços básicos, como tratamento de água e esgoto, por exemplo, encontram-se ausentes ou extenuados. Por conseguinte, mais de 30% dos municípios do país tiveram epidemias associadas a falta de saneamento básico, segundo a matéria publicada no “O Globo”.
Ademais, insere-se à problemática a negligência populacional, considerando o fenômeno coletivo fundamental para o retratado. Entretanto, a população na maioria dos casos não atua de forma assertiva, em que a água parada e a falta de vacinação, por exemplo, se encontram assíduas no cotidiano. Corolariamente, obtém-se a proliferação de epidemias entre os brasileiros, resultante na população vítima do próprio descaso.
Em suma, é indubitável alterações na estrutura preventiva, e, para tal, o ministério da saúde deve propor um sistema eficiente de drenagem, abastecimento de água de boa qualidade e manter a vigilância. Além disso, é necessário campanhas de conscientização popular, abrangente para todas as classes, com o objetivo de reinstalar hábitos essenciais para a interrupção de epidemias.