Desafios na saúde pública: como lidar com epidemias no Brasil?

Enviada em 17/04/2020

Em 1976, a África teve seu primeiro descobrimento de doença epidêmica, chamado Ebola, uma das mais marcantes no território africano. A partir de 2014 enfrentou a maior epidemia de febre hemorrágica ebola em termos de pessoas afetadas, número de mortos e extensão geográfica. Contemporaneamente no Brasil não é muito diferente, há diversas doenças epidêmicas, como exemplo a dengue, transmitida por mosquitos chamados Aedes aegypti, foram mais de 150 mil pessoas contaminadas, por falta de higiene e por aglomerações. A organização mundial da saúde diz serem doenças graves, muitas vezes fatal.

O ministério da saúde acredita que a maioria dos vírus que são transmitidos para os seres humanos são a partir de contatos cm sangue, órgãos ou fluidos corporais de animais infectados, como chimpanzés, gorilas, morcegos-gigantes, antílopes e porcos-espinhos. explica infectologista Melissa Barreto Falcão, da Sociedade Brasileira de Infectologista (SBI). “Após a infecção, o corpo fica permanentemente imune contra o sorotipo que o atacou”.

Todas epidemias são desafios para o sistema de saúde, para a comunidade científica e para a população. Segundo as recomendações das instituições da saúde a melhor forma para combater uma epidemia consiste em tentar em tentar conter o vírus e evitar contato com outras pessoas e outros lugares.

Com tudo isso, percebe-se que é importante que os caos sejam notificados ao órgão de saúde para que medidas possam ser tomadas por especialistas, a fim de evitar a propagação da doença para outros locais. No entanto, algumas doenças, como o Ebola, não possuem vacinas capazes de evitar o desenvolvimento das doenças e, nesses casos, até mesmo em qualquer outro, prevenir o contágio é a melhor forma de evitar uma epidemia. Sendo assim a população terá que ter mais cuidados com a  sua higiene e saúde, tanto para si próprio quanto ao próximo.