Desafios na saúde pública: como lidar com epidemias no Brasil?
Enviada em 19/04/2020
A Republica Oligárquica do Brasil foi marcada por intensos conflitos entre a população e os sanitaristas que visavam à vacinação dos indivíduos para combater os focos de malária, de tuberculose e de cólera vigente na sociedade. Nesse sentido, percebe-se, no País, que o combate as epidemias são um desafios para a saúde pública, uma vez que a ineficiência da infraestrutura hospitalar aliada à falta de informação da população contribuem para entraves na questão.
Evidencia-se, a princípio, como a ineficiência das infraestruturas dos hospitais está interligada a fatores governamentais. Nessa perspectiva, segundo o jornal Folha de São Paulo, apenas 5% do PIB brasileiro é disponibilizado para suprimir as necessidades do sistema de saúde público do País. Em relação a isso, nota-se que a falta de investimentos nos hospitais prejudicam o controle e à prevenção de epidemias, principalmente, nas zonas rurais que o acesso é mais limitado. De maneira que, essas lacunas interferem na quantidade de leitos disponíveis para a população, na disponibilidade de vacinas, de medicamentos e de profissionais capacitados para atender às necessidades locais ou uma eventual pandemia que possa assolar o mundo. Em consequência disso, esse problema pode resultar na morte de milhares de indivíduos e o descontrole para o combate dessas doenças.
Ademais, a falta de informação populacional intensifica para essa problemática. Nesse contexto, permite uma leitura do pensamento kantiano, quando este diz que o ser humano é aquilo que a educação faz dele. De fato,é perceptível que a educação é essencial para os indivíduos compreenderem a gravidade e as consequências trazidas pelas doenças epidemiológicas na sociedade. Isso ocorre porque os meios de comunicação não inviabiliza com tanta seriedade a importância de uma população instruída para o combate, à prevenção e à erradicação de possíveis epidemias, tanto na questão da saúde, mas também, para o crescimento econômico do país. Em decorrência disso, essa situação contribuem no aumento das inflações e dos déficit dos cofres público. Fica claro, portanto, que a ineficácia da infraestrutura hospitalar e à falta de informação da população são impasses que precisam ser solucionados. Para isso, cabe investir na aquisição de tecnologia nos hospitais, como patrocinar o desenvolvimentos de pesquisas científicas em busca de novos métodos de combate as epidemias, por meio de licitação ao órgão público do país, a partir de informações sobre a forma de propagação das doenças e as suas consequências, a fim de minimizar a incidências das enfermidades. Aliado a isso, a mídia deve realizar campanha sobre a importância ativa
da população no prevenção dessas mazelas e, dessa forma, proporcionar uma melhor qualidade de vida tal como a disposta na República Velha do Brasil.
tal como a Repúblicae