Desafios na saúde pública: como lidar com epidemias no Brasil?
Enviada em 20/04/2020
Nessa época de epidemia que estamos vivendo com o covid-19 vemos muitas pessoas de todas as idades desrespeitando a quarentena e espalhando mais e mais o vírus. Pitágoras disse uma vez “Eduquem as crianças e não será necessário castigar os homens”, com os pequenos sabendo como reagir, podem ajudar os pais a não contrair e nem espalhar as doenças, como aconteceu em 2016 com o Aedes aegypti, que trouxe a microcefalia, hidrocefalia e dengue, entre outros problemas.
A microcefalia é uma anomalia na qual se observa uma redução do perímetro cefálico (um crânio menor), que fica bem abaixo da média da população para determinada idade e sexo, não possui uma cura definitiva, algumas crianças acometidas pela anomalia podem ter algum nível de incapacitação cognitiva, outras podem se desenvolver de forma similar a crianças normais e não ter a inteligência afetada. O Aedes aegypti é o mosquito transmissor da dengue e da febre amarela urbana. Menor do que os mosquitos comuns, é preto com listras brancas no tronco, na cabeça e nas pernas. Suas asas são translúcidas e o ruído que produzem é praticamente inaudível ao ser humano, o surto de Aedes aegypti que tivemos no Brasil é considerada sua pior epidemia, segundo o jornal O Globo, ao todo, de janeiro até o incio de dezembro de 2019, o ministério da saúde contabilizou 1.527.119 casos prováveis de dengue, doença causada pelo mesmo mosquito, que também transmite chikungunya e o zika-vírus.
Em tempos de epidemia, como o que estamos enfrentando agora por conta do novo corona vírus (covid-19), faltam leitos e equipamentos em hospitais para suprir todas as pessoas que precisam de assistência médica. Buscando solucionar esse grande problema, estão fazendo hospitais de campanha e comprando novos equipamentos, que estão difíceis de encontrar para comprar, já que o mundo inteiro está precisando e não são todos os lugares que tem a capacidade de produzi-los o suficiente, faltam matéria-prima e mão-de-obra. Os mantimentos também estão acabando em supermercados pelo Brasil, tem pessoas que compram muitas coisas para estocar e não pensam nos outros. Para uma epidemia acabar não depende de uma só pessoa, mas sim da comunidade inteira em que ela está inserida, todos precisam se cuidar para resolver o problema. Todo comércio classificado como não-essencial foi fechado, então a grande maioria da população está sem receber dinheiro e até perdendo o emprego, portanto estão sem dinheiro para comprar até coisas de necessidade básica como arroz e feijão.
Como o presidente da república já disse: “ou morremos de corona vírus ou morremos de fome”. O importante para conseguir sair do estado de epidemia e crise econômica é seguir as orientações dos órgãos de saúde e da Organização Mundial da Saúde (OMS), como o isolamento social para evitar que a doença se propague e manter um padrão alto de higiene.