Desafios na saúde pública: como lidar com epidemias no Brasil?
Enviada em 03/06/2020
No contexto social brasileiro,é válido ressaltar que a saúde pública possui diversos desafios no combate a epidemias,as quais são caracterizadas como enfermidades que se instalam em uma região,contaminam grande parte da população e,após um período de tempo, reduzem sua incidência.A exemplo,chikungunya,que atinge diversos cidadãos,principalmente na estação chuvosa, ocasionando vários problemas de saúde.Esse panorama comprometedor exige uma atuação mais contundente de setores sociais e governamentais com o escopo de minorar as adversidades desse emblema.
Sob esse viés, o Estado brasileiro dispõe de mecanismos jurídicos detalhados que visam a garantir a saúde de todos os cidadãos, como o Ministério da Saúde, o qual possui como função controlar, reduzir as doenças parasitárias e melhorar qualidade de vida dos indivíduos.Entretanto, mostra-se evidentemente reduzido o cumprimento de tal legislação pelas alas administrativas diante da insuficiência de investimentos em pesquisas para desenvolver métodos que combatam a propagação de patologias.Alem disso,outro marcante desafio é a carência de infraestrutura nos hospitais públicos,os quais ficam sobrecarregados e não conseguem atender a todos os enfermos devido à grande quantidade de pessoas contaminadas nos períodos de surto da doença .Essa realidade evidencia a necessidade atuações governamentais mais eficientes para lidar com epidemias no Brasil.
Ressalte-se, ainda, que grande parcela populacional possui desconhecimento acerca da importância de adotar medidas preventivas para evitar doenças extremamente prejudiciais ao bem estar das pessoas.A título de ilustração pode-se citar o sarampo, a qual é uma doença altamente contagiosa, que pode ser transmitida por via aérea e causa diversas complicações no organismo, podendo causar a morte, além da chikungunya que é propagada pela picada do mosquito Aedes Aegypti e pode desencadear microcefalia. Essa vulnerabilidade de conceitos sobre o tema notabiliza-se como um grave desafio para a saúde pública,visto que acarreta no aumento de práticas prejudiciais ao combate dessas epidemias,como o acúmulo de água parada,favorecendo a reprodução do transmissor da enfermidade, e a não adesão da vacinação, fato que aumenta a propagação do vírus causador do sarampo.
Logo, é mister que o governo realize a efetiva aplicação da legislação nacional,mediante reformulação orçamentária que seja capaz de financiar pesquisas e melhorar a infraestrutura dos hospitais, a fim de assegurar o controle do número de pessoas doentes e evitar a sobrecarga do sistema de saúde.Ademais,as instituições formadoras de opinião,como a mídia, podem promover uma reeducação populacional,por meio de campanhas,que explicitem a importância de adotar atitudes adequadas para a prevenção de enfermidades, com o fito de evitar o ressurgimento de epidemias no Brasil.