Desafios na saúde pública: como lidar com epidemias no Brasil?
Enviada em 14/05/2020
Com a epidemia da dengue e coronavírus, tornou-se visível o despreparo do país e da população para lidar com a situação. Nesse contexto, o povo, sem educação de como proceder durante epidemias, e um sistema precário de saúde pública, formam o conjunto de principais impasses que agravam o quadro das doenças. Logo, medidas que visem reduzir a desinformação da população e melhorar a infraestrutura do sistema de saúde pública são essenciais.
Em primeira análise, grande parte dos cidadãos brasileiros durante a pandemia do covid-19, por falta de conhecimento, não colaboraram com a prevenção. Assim, foi necessário o fechamento de áreas públicas e a criação de uma multa para quem não estivesse com máscaras, o que podia ser evitado por meio da informação. Conforme o decreto Nº 64.959 fica obrigatório o uso de proteção facial no contexto da pandemia. Então, ações que integrem o público à informações verídicas atualizadas são imprescindíveis.
Em segunda análise, o Sistema Único de Saúde (SUS) é incapaz de atender o fluxo normal de pacientes, o que em épocas de epidemia aumenta consideravelmente devido ao seu caráter infeccioso. Como resultado desse baixo investimento, em 2014, uma auditoria realizada em hospitais públicos apontou que mais de 60% estão constantemente superlotados além disso, sofrem por falta de leitos, equipamentos e médicos. Enfim, tendo um sistema de saúde insuficiente, providências que melhorem-o são fundamentais.
Portanto, tendo em vista os grandes impactos provocados por epidemias, atitudes que preparem o país para ameniza-los são cruciais. Desse modo, o Estado deve investir na infraestrutura dos sistemas de saúde por meio da construção de leitos e compra dos equipamentos necessários, visando conseguir atender o povo de maneira eficiente. Tendo também a possibilidade de alugar vagas em hospitais particulares. Dessa forma, será possível desenvolver o sistema de saúde brasileiro.