Desafios na saúde pública: como lidar com epidemias no Brasil?

Enviada em 13/05/2020

No século XX, 10% dos óbitos na cidade de São Paulo eram resultantes da tuberculose. Medidas como saneamento básico e melhores métodos de higiene pessoal reduziram essa taxa ao longo das décadas. Desse modo, vale ressaltar as novas manifestações sociais e o precário estado do saneamento básico. Portanto, medidas governamentais são necessárias para às doenças epidêmicas no Brasil.

Em primeiro plano, em 1904 no Rio de Janeiro sofria com uma série de epidemias, inclusive de varíola. O médico e sanitarista Oswald Cruz pretendia resolver os problemas da varíola com a chamada Lei da Vacina Obrigatória. Logo, a obrigatoriedade e a falta de informação causaram a Revolta da Vacina. Atualmente, movimentos sociais antivacina que objetiva evitar vacinação de recém nascidos. Nesse ponto de vista, doenças que foram erradicadas voltam a aparecer, por exemplo, o Sarampo e a Caxumba.

Em segundo plano, além do movimento antivacina, as precárias condições de saneamento básico e sua falta, em subúrbios e zonas rurais fortacem ao problema de combater as epidemias, sabendo que esses lugares estão mais aptos a enchentes que é umas das causas dessas doenças. Apesar de, boa parte da população, demonstrando a vulnerabilidade da nação de contrair e repassar aos demais indivíduos, provocando a persistência da epidemias, como o caso da febre amarela.

Urge, portanto, adoção de medidas que solucionem o problema vigente. Assim sendo, cabe ao Governo promover oficinas recreativas em praças públicas, com palestrantes ministrados por médicos, de modo a orientar pais sobre a importância de vacinar seus filhos, visando diminuir movimentos antivacina. Ademais, nessas mesmas oficinas deve-se instigar petições ao governantes referente à construção e manutenção do saneamento básico, por ser direito dos cidadãos