Desafios na saúde pública: como lidar com epidemias no Brasil?

Enviada em 14/05/2020

Hoje no Brasil, é fato que o país não tem a estrutura tanto econômica quanto social para lidar com uma epidemia, com o SUS lotado e uma economia que depende em sua maioria do trabalhador. Porém, isso é um problema comum no país há anos, como por exemplo, em 1904 quando o povo criou uma revolta contra as vacinas o que desencadeou a transmissão de doenças como a varíola, a peste bubônica e a febre amarela.

Em primeira análise, percebe-se o fato de que o Brasil dá preferência em manter os postos e hospitais, quando que para melhorar o Sistema Único de Saúde a melhor maneira é investir na prevenção das doenças, e não na remediação. Entretanto, como não é isso que ocorre, as pessoas infectadas tem de lidar com um SUS sobrecarregado, facilitando a contaminação dos pacientes não infectados, no caso de doenças contagiosas.

Em segundo plano, analisa-se a questão econômica, uma vez que doenças epidêmicas podem incapacitar o contaminado, o que poderia gerar a paralisação temporária do comércio devido a diminuição do número de funcionários, isso refletiria no setor econômico que ficaria fragilizado e consequentemente dificultaria o combate a doença em questão, já que a verba ficaria precária.

Conclui-se que, para o país conseguir disseminar uma epidemia, cabe ao Ministério da Saúde promover as campanhas de prevenção, indicando os cuidados a população a fim de diminuir o número de infectados em hospitais, facilitando assim o tratamento dos mesmos. Além disso, cabe ao Estado melhorar a estrutura do SUS conforme ser necessário e de acordo com o número de pacientes.