Desafios na saúde pública: como lidar com epidemias no Brasil?

Enviada em 14/05/2020

No início do século XX, o médico sanitário Oswaldo Cruz conseguiu acabar com as epidemias que assolavam o Brasil em sua época, como a Varíola e a Rubéola. Hoje, as epidemias estão cada vez mais piores e fortes. Com isso, a demanda de medicamentos enviados para as cidades pode não atender a todos os cidadãos. Também, a população precisa de estar informada sobre como se preparar para as epidemias.

Com a tecnologia avançada nos dias de hoje, todos os dias saem novas vacinas para o povo consumir e se proteger das doenças. Essas vacinas, porém, não chegam em todos os lugares, e mesmo assim se chegam, não chegam à quantidade suficiente para suprir toda a população. Consequentemente, um terço da população mundial não tem acesso a medicamentos, vacinas, ferramentas de diagnóstico e outros produtos essenciais para a saúde. As camadas mais populares são as que provavelmente as primeiras nesta situação a ficarem sem as vacinas e até mesmo são a camada que mais fica propícia a pegar as doenças.

Grande parte da população, principalmente das camadas mais simples da sociedade, não  possuem uma boa conscientização sobre tal assunto.

Algumas coisas que as pessoas poderiam fazer, coisas pequenas que já ajudariam na diminuição de doenças, mas que não fazem, por não saberem o que deve ser feito. Não só, mas também, há pessoas que sabem, mas não fazem, simplesmente por não estarem “nem aí” e acharem que são medidas bobas que são tomadas.

Entende-se, portanto, que é necessário por parte do governo investir e melhorar cada vez mais na distribuição de vacinas pelo país de forma que cheguem em todos os lugares e que estejam disponíveis para todas as camadas populares que fazem parte da sociedade, juntamente com a conscientização de todo o povo, com campanhas, informação pelas mídias, as escolas ensinarem as crianças desde novas sobre o perigo dessas epidemias. Com isso, espera-se uma melhora cuja a questão abrange a saúde pública no Brasil.