Desafios na saúde pública: como lidar com epidemias no Brasil?
Enviada em 14/05/2020
Com o advento da colonização brasileira, realizada pelos portugueses em meados do século XXI, muitas enfermidades foram trazidas pelos colonos, a exemplo a varíola e a febre amarela, e, efetivamente, provocaram epidemias no País. Esse cenário epidêmico, infelizmente, ainda é notabilizado no Brasil e exige amplos esforços de setores do poder público e de estratos da sociedade civil com o escopo de combater tal situação problemática.
De fato, a precariedade do sistema de saneamento básico nas diferentes regiões do Brasil facilita a contaminação, por exemplo, da água e dos alimentos e, efetivamente, acarreta uma ampla disseminação de enfermidades pelo vasto território do país, visto que 48% de indivíduos não possui coleta de esgoto, conforme o Instituto Trata Brasil. A título de ilustração, em 1563, no Brasil, ocorreu uma epidemia causada pela doença varíola que agravou-se seriamente devido à falta de saneamento. Tal enfermidade foi responsável pelo o óbito de muitos indígenas no período da colonização. Portanto, atesta ao governo a necessidade de maiores investimentos na limpezas das ruas, no descarte adequado do lixo e no tratamento de esgoto, com o fito de lidar com as pandemias em geral no país.
Acresça-se, ainda, que muitos brasileiros não têm acesso a informes elucidativos ou a debates domésticos que disponham de uma abordagem franca acerca dos meios de prevenção a variadas enfermidades, a exemplo a zika e a dengue, doenças que podem são contundentemente combatidas por meio do simples ato de evitar o acúmulo de água parada. Diante desse escasso repasse de informações, o enfrentamento das pandemias é fortemente dificultado. Desse modo, para minimizar os surtos de doenças em diferentes regiões do Brasil, as instituições formadoras de opinião devem contribuir para a fomentação de uma forte mentalidade de prevenção de epidemias.
Descarte, a fim de lidar com epidemias no Brasil, cumpre ao Governo Federal, o condição de responsável pela formação do orçamento da União, por meio de uma maior destinação de verbas, investir mais amplamente no sistema de saneamento básico em todo o território brasileiro, para, assim, evitar a proliferação de doenças. Além disso, cabe às famílias e às escolas, na posição de responsáveis pela conduta ética e moral dos indivíduos, fomentar uma sólida cultura de prevenção a enfermidades, mediante debates em reuniões familiares e palestras, em se tratando de evitar epidemias como as ocorridas no período a colonização portuguesa no país.