Desafios na saúde pública: como lidar com epidemias no Brasil?

Enviada em 15/05/2020

As epidemias mais alarmantes no Brasil foram zika, chikunguya e dengue, contudo, a obesidade também é um grande potencial para os próximos vinte anos, segundo o médico e pesquisador Eduardo Massad. Ademais, com o volumoso surto no ano de 2014 ficou claro o quão despreparado o Brasil é para agir contra a difusão de doenças no território nacional, causando danos amargos para a sociedade. A priori, a principal causa do alastramento de patologias é a ausência de informação, isto é, é importante que os indivíduos sejam conhecedores dos cuidados essenciais de doenças comuns e mais graves, pois, de acordo com Massad, antes mesmo da epidemia de doenças, há a difusão da ignorância. Além disso, a saúde brasileira está prejudicada devido a poucos investimentos no Sistema Único de Saúde, demonstrando não ser prioridade no país. Conforme uma pesquisa feita pelo site “R7”, os brasileiros consideram a saúde pública o pior serviço oferecido.

Segundo o sociólogo William James, o ser humano pode mudar sua vida, alterando sua atitude mental, ou seja, é de extrema importância a conscientização dos indivíduos diante a epidemias, já que o sistema de saúde não é eficiente, caso contrário, o número de doentes crescendo significa a sobrecarga nos hospitais e clínicas sem preparos, tornando cada vez mais difícil curar a sociedade dessas circunstâncias.

Portanto, o Ministério das Comunicações, adjunto a celebridades influentes, deverá promover anúncios televisivos, por meio de vídeos e fotos mostrando a prevenção contra doenças. E assim, conscientizar os cidadãos da importância de se prevenir para não sobrecarregar a saúde pública, para que o episódio de 2014 não volte a acontecer.