Desafios na saúde pública: como lidar com epidemias no Brasil?
Enviada em 21/06/2020
Consoante a Constituição Federal de 1988,é assegurado a todos o direito à saúde e ao bem-estar social.Contudo,tal construção teórica faz-se pouco efetiva em metodologias práticas,haja vista que a saúde pública no Brasil é marcada pela morosidade estatal em garantir tal premissa.Nesse viés,a omissão do poder público,bem como a negligência populacional são fatores que coadunam para obstacularizar o combate a epidemias no país.
Cabe ressaltar,a princípio,que o Estado,como promotor dos direitos basicos,deve garantir o cumprimento das obrigatoriedades constitucionais.Nessa logica,a Contituiçao atuante concebeu o SUS (sitema unico de saude) fundamentado nos principios de universalizaçao,equidade e integridade.Por conseguinte,esse sistema preza por visar ampliaçao do acesso a esse setor.Em contrapartida,atualmente,ele sofre com politicas publicas de mau gerenciamento,falta de investimento e precariedade de recursos medicos e hospitalares.A partir desse contexto,em momentos de surto epidemico,o sistema de saúde seria incapaz de lidar com toda a demanda.Diante disso,é de sobremodo importancia,além de investir na area da saude,investir na medicina preventivas em detrimento da medicina emergencial,pois a diminuiçao do numero de casos epideiologicos,como consequencia,diminuiria o contigente de doentes.Assim,contribui-se para diminuir a onerosidade dos gastos publicos e debilitar ainda mais o sistema,alem de prezar pela saude coletiva de todos.
Outrossim,o sociologo Manuel Castells em sua obra “sociedade em rede” dissertou sobre o impacto da tecnologia da informaçao no corpo social.Nesse sentido,apesar de a tecnologia ser uma grande aliada do homem contemporaneo,hodiernamente,ela tambem contribui para difundir conhecimentos falsos,sendo capaz de abranger um garnde numero de pessoas.Nesse contexto,no ambito da saude,o espalhamento de noticias falsas podem interferir negativamente no combate a cenarios de epidemia e.nessa perspectiva,um exemplo disso é a difusao de informaçoes sobre a vacina,as quais demonstram-a como promotora de doenças cronicas como o autismo.Desse modo,diminui-se a adesao a campanhas de saude,dificultando o combate ao numero de casos de doenças.
Em suma,compete ao Governo Federal criar medidas que mitiguem a morosidade estatal na saude.dessarte,Pode-se por meio de dados estatisticos atuais coletados pelo IBGE-Instituto Brasileiro de geografia -mapear as regioes mais afetadas pelos principais tipos de doenças epidemicas.A partir desses resultados,fomenta-se investimentomaiores nas areas mais afetadas,mediante o direcionamentos de verbas e profissionais da saude para essas regioes,alem de prezar por medidas preventivas,a fim de evitar a sobrecarga do sistema publico de saude e garantir a premissa constitucio.