Desafios na saúde pública: como lidar com epidemias no Brasil?
Enviada em 13/06/2020
A Declaração Universal dos Direitos Humanos- promulgada em 1948 pela ONU- assegura a todos os indivíduos o direito à saúde e ao bem-estar social.No entanto, o precário serviço de saúde pública no Brasil destoa-se dessa narrativa, uma vez que há uma crescente nos casos de doenças epidêmicas no país.Esse cenário antagônico é fruto tanto da negligência estatal, quanto da disparidade social.
Primeiramente, é fulcral pontuar que as dificuldades enfrentadas na saúde pública deriva da baixa atuação dos setores governamentais.Visto que, A Constituição Federal de 1988 prevê o princípio da isonomia,entretanto, na prática, o panorama brasileiro diverge-se dessa garantia constitucional,dessa forma, ampliando os índices de doenças epidêmicas como : dengue e zika, por conseguinte, atingindo principalmente as classes sociais menos favorecidas.
Em segunda instância, é imperativo ressaltar a disparidade social para o acesso a saúde como promotora do problema.Segundo o filósofo Thomas More, o estado é responsável pelo bem-estar social, todavia, a má distribuição de capital entre a classes sociais, leva-se a uma crescente nos quadros epidemiológicos no Brasil, por conta da assimetria de investimentos entre os serviços de saúde pública e privada,consequentemente, aumentando as dificuldades no SUS.
Portanto, medidas exequíveis devem ser tomadas para conter o avanço dessa problemática.Logo,necessita-se que o Tribunal de Contas da União direcione capital, que por intermédio do Ministério da Saúde, será revertido no investimento da saúde de base, complementando os atendimentos e os princípios doutrinários do SUS,assim, teremos atendimentos e prevenções de doenças epidêmicas com maiores efetividades.Desse modo, espera-se amenizar os desafios da saúde pública no Brasil.