Desafios na saúde pública: como lidar com epidemias no Brasil?
Enviada em 16/06/2020
Em 2013, o sistema único de saúde (SUS), brasileiro, foi elogiado pelo Banco Mundial, por ser totalmente gratuito e, mesmo com carência de recursos, salvar milhões de vidas por ano, citou também a importância do acesso universal aos serviços, reconhecendo a saúde como direito do cidadão e dever do Estado. Com um sistema tão amplo, é possível capacita-lo a lidar com epidemias no país.
A Covid-19 não foi a única a tomar grandes dimensões no Brasil, epidemias como a dengue, zika, malária, e outras doenças comuns em países em desenvolvimento, também preocuparam a saúde pública. Ao descobrir como a doença se espalham novos hábitos são inseridos, como não deixar água parada, no caso da dengue, ou o isolamento social para o coronavírus. Logo, as adaptações em um primeiro momento podem ajudar a controlar o surto das enfermidades.
Desde 2016 o Brasil não apresentava nenhum caso de sarampo, porém em 2018 começaram a aparecer pessoas infectadas com o vírus. Com isso é notório que doenças uma vez erradicadas, não garantem o seu desaparecimento eterno, se não forem devidamente atendidas. O motivo da volta se deu pela falta de vacinação em crianças, uma ideia contestada pela OMS e não recomendada pelo Ministério da Saúde, o qual, por meio do SUS, oferece gratuitamente à população.
Dessa forma nos são apresentadas formas de controlar epidemias no Brasil, por meio de medidas individuais de acordo com a necessidade de cada profilaxia, a fim de minimizar a contaminação e a sobrecarga hospitalar, vacinações em massa, atendimentos e tratamentos gratuitos ofertado pelo governo. Assim é possível conter a disseminação de doenças, evitando contágio e mortes.