Desafios na saúde pública: como lidar com epidemias no Brasil?

Enviada em 26/06/2020

O mosquito Aedes Aegypti atingiu o seu pico em 2015, onde pesquisas mostraram que afetou cerca de 10 a 15% da população. O mesmo é responsável pela transmissão da Dengue, Febre Amarela e do Zika vírus que provoca a microcefalia. Essas doenças assim como, o novo vírus COVID-19, estão gerando um quadro de epidemias no Brasil, que se encontra como um desafio à saúde pública, que sofre pela falta de investimentos. Nesse contexto, não só, faz-se preciso analisar a situação atual brasileira, mas também, promover medidas para combater tal cenário.

Em 2013, centenas de jovens foram às ruas lutar por seus direitos civis, como a saúde. Esse fato mostra como a saúde pública não é vista como prioridade pelo governo, que vem realizando vários cortes destinados ao SUS, que sofre pela crise financeira, afetando os recursos destinados ao mesmo, somados a um mau gerenciamento. Segundo o Conselho Nacional da Saúde: é necessária uma mudança constitucional em relação ao quadro de subfinanciamento que esse se encontra.

Ademais, o especialista Drauzio Varella, nos relata que a única forma de lidar com as epidemias é evitando uma, ou seja, é através da prevenção. Sendo assim, é evidente a importância da vacinação, além de medidas que tratem dos estágios iniciais de contaminação. Como também a uma revolução educacional levando informações a todos, visando combater os focos de contaminação.

Portanto, para reverter esse quadro, cabe uma integração entre o Governo, municípios, órgãos escolares e mídia que busquem medidas de prevenção como: a divulgação das vacinas, propondo que ela se torne lei, a criação de um calendário de imunidade e incentivar as práticas esportivas. Cabem também maiores investimentos nas áreas das pesquisas para a criação de remédios e vacinas, assim como, aumento de verbas públicas para a área da saúde, a fim de, assegurar a saúde a todos conforme diz a constituição.