Desafios na saúde pública: como lidar com epidemias no Brasil?

Enviada em 24/06/2020

Devido a grande população e objetivando atender a demanda de qualidade de vida prevista nos Direitos Constitucionais, o Brasil criou uma rede interligada, o Sistema Único de Saúde (SUS) é uma instituição brasileira conectada à Organização Mundial da Saúde (OMS), sendo implantado em 1988 e hoje presente em diversas áreas e sem qualquer discriminação. O SUS é um avanço na história do país, porém, por ser um sistema muito amplo acarreta- se problemas e um deles é o sobrecarregamento de pessoas em tratamento por doenças que poderiam ser evitadas, como é ocaso do zica vírus e da dengue, ambas causadas por um único vetor e este tipo de epidemia, que congestiona postos e os hospitais, é possível controlar. De acordo com o site da Globo (G1.com), o mosquito Aedes Aegypti se inseriu no Brasil no final do século XIX, a partir desta data o vetor sofreu mutações e atualmente o inseto está mais resistente, alocando- se em qualquer lugar que contenha água limpa ou suja. Segundo o Ministério da Saúde, no Sudeste do país é registrado os maiores números de casos e mortes, pois nestas regiões os depósitos domiciliares irregulares são elevados e a falta de interesse da população com a vigilância sanitária torna a luta contra a dengue e outras doenças cada vez mais complicada. Infelizmente, com a evolução do inseto vetor, surgiu uma nova doença que atinge todos os seres humanos, porém, com maior gravidade em mulheres grávida, este é o chamado popularmente de zica vírus, que compromete o sistema neurológico do feto, assim, proporciona um futuro incerto a essas crianças, que muitas vezes não resistem e vem a óbito. Contudo, a dengue e o zica vírus poderiam ser evitados com a ajuda do SUS, decorrente de medidas profiláticas, assim, haveria menos mortes e se preservariam a vida das famílias e a economia do país não seria comprometida com o passar dos anos, porque se a taxa de mortalidade continuar em crescimento progressivo, futuramente será menor a população ativa. Em suma, o Governo Federal em junção ao ministério da saúde, através de verbas destinadas a esse ramo, deverá investir na autorização de agentes sanitários a entrarem em residências pelo menos uma vez por mês, também deve ser obrigatória a vacinação da população para que se acabe com os movimentos antivacina. Estes recursos serão organizados por meio de um projeto de lei entregue à câmara dos deputados, e caso tenha resistência do morador este responderá por crime antissocial. Dessa maneira, a aplicação de capital deve ser voltada aos governos municipais para que postos de saúde ganhem força na fiscalização, e assim, possa garantir a redução dos casos de infectados, como dizia Albert Einstein: “sem cultura moral, não haverá nenhuma saída para os homens”.