Desafios na saúde pública: como lidar com epidemias no Brasil?

Enviada em 25/06/2020

Em Física, o rastros deixados por corpos luminosos podem ilustrar uma das características mais significativas dos movimentos - a trajetória. Similarmente, no que concerne à questão das epidemias no Brasil, observa-se desagradáveis rastros históricos. Nesse contexto, torna-se evidente como causas: a falta de representatividade científica para pesquisas e investimentos, bem como a má administração política.

Convêm ressaltar, a princípio, que a falta de representatividade científica, é um fator determinante para a persistência do problema, visto que tais indivíduos, porta-vozes da comunidade médica, têm como principal objetivo instruir a população. Prova disso, ocorreu na cidade do rio de Janeiro, no ano de 1904, surgiu um movimento popular conhecido como Revolta da Vacina, onde a população resistia ao saneamento da cidade e erradicação da febre amarela e da varíola. Assim, nota-se que sem a ampliação e o alcance de informações verídicas os acontecimentos torna-se fatais às pessoas.

Em consequência disso, surge a questão  da precária administração política direcionada à saúde. Segundo a teoria das doenças epidêmicas, desenvolvida em 1847 durante a enfermidade do tifo, pesquisadores concluíram que, as causas das doenças eram, também, sociais, políticas e econômicas, mais que biológicas. Dessa forma, a conduta no combate a epidemias no Brasil é, principalmente,  de cunho político e carece de intervenção.

Torna-se evidente, portanto, que as incidências epidemiológica precisam ser enfrentadas de maneira crítica, científica e política. Logo, cabe ao Executivo por meio da do Ministério da Saúde implementar campanhas ativas direcionadas a causas específicas como o vetor aedes aegpty, e o vírus HIV. Assim como, incentivar a participação assídua das secretarias municipais e regionais de cada estado, a fim de aproximar a comunidade das informações úteis. Dessa forma, será possível observar a trajetória do país que supera as dificuldades e garante  o direito à saúdes dos cidadãos.