Desafios na saúde pública: como lidar com epidemias no Brasil?
Enviada em 16/06/2020
Pela ordem para o progresso.
No contexto pós-industrial, a Finlândia foi apontada pela ONU como país mais feliz do mundo. Enquanto isso, o Brasil enfrenta desafios na saúde pública. A esse respeito, observa-se a falta de um saneamento básico adequado, fato que, consequentemente aumenta as incidências de epidemias no país.
Vale ressaltar, de início, que o Brasil é signatário da Declaração Universal dos Direitos Humanos, a qual garante à saúde pública para todos. No entanto, a falta da prevenção de cada indivíduo, e a falta um saneamento básico adequado, tais como, a visita de agente epidemiológico, água potável e ao tratamento de excrementos e esgotos humanos, faz com que a população lida com epidemias, como por exemplo infecções do Zika Vírus, agente responsável pelo aumento de bebês com microcefalia. Portanto, assim como Roberto da Matta defende, a terra brasilis precisa de uma chave de dois lados, ou seja, cooperação entre estado e sociedade para resolver esse problema.
Em decorrência disso, é de grande importância citar o aumento de incidências de epidemias, como a microcefalia, que de acordo a Organização Mundial de Saúde os casos dobram a cada ano por causa da escassez de um sistema de saúde público eficaz. Em adição a isso, vale salientar que o Brasil tem políticas em prol da saúde pública mas não funciona realmente na prática, mesmo que o SUS tenha dado à origem a Revolução Sanitária a nação verde e amarela lida com epidemias que podem ser prevenidas. Dessa forma, o mundo como conhecemos pode ser transformado em outra realidade se atores sociais se engajarem para esse propósito.
Partindo da Teoria do Caos, pequenas mudanças podem trazer consequências enormes. Seguindo essa lógica, é condição sine qua non um plano de ação concreto que coloque em foco a questão dos desafios na saúde pública. Isso se dará através do Ministério da Educação- entidade responsável pela formação de valores morais e caráter- ao palestrar em instituições de ensino para os alunos e responsáveis, sobre as prevenções de epidemias, como evitar água parada, para evitar as incidências epidemiológicas. Ademais, é cabível o Governo aumentar o investimento no saneamento básico, o que inclui investir em agentes epidemiológicos para realizar uma fiscalização em propriedades, além de disponibilizar maior destinação de verba ao Sistema Único de Saúde, para assim, evitar a proliferação de doenças. Com isso, cidadãos a cada dia estará a mais um passo de alcançar sua ordem e seu progresso.