Desafios na saúde pública: como lidar com epidemias no Brasil?
Enviada em 22/06/2020
“O Brasil é um país do futuro”, enunciou Stefan Zweig em uma das suas primárias vindas à nação. Judeu e Austríaco o historiógrafo fugiu de seu país no auge do comando Adolf Hitler, e encontrou uma segunda morada no território canarinho. No entanto, quando se observa a dificuldade que existe em lidar com os desafios na saúde pública, identifica-se que o presságio não saiu da teoria. Desse modo, é necessário que medidas sejam tomadas para que tais epidemias sejam reduzidas e a população tenha mais consciência.
Em primeiro lugar, surtos epidêmicos existem na história durante muito tempo. No século XIV, por exemplo, teve o surgimento da Peste Bubônica devido a falta de higiene e saneamento daquela época. E, assim como essa, outras também surgiram, porém, não só pela falta de limpeza mas também,por destruição de habitats dessas espécies portadoras de vírus, como é o caso do mosquito Aedes aegypti - vetor da dengue, malária e febre amarela. Dentre essas doenças, todas possuem uma grande incidência no Brasil e na maioria das vezes pode levar a pessoa à morte.
Em segundo lugar, tais doenças já citadas anteriormente só possuem um número de ocorrência tão elevado devido ao descaso que a população tem em relação a preservação do meio ambiente, e o descumprimento das instruções vindas do Ministério da Saúde com relação a medidas de prevenção. Ademais, a poluição tem crescido bastante e contribuído para o aquecimento global e isso tem levado a proliferação desses insetos. Por conseguinte, a saúde pública não consegue atender uma grande demanda de pessoas e muitas morrem antes de chegarem a ser atendidas.
Dessa maneira, é necessário que o Ministério da Saúde em parceria com o Governo Federal - órgão responsável pelo bem estar da população - elaborem um plano nacional para solução do problema proposto, de modo a instituir ações como fazer campanhas de conscientização da população sobre o papel destes no combate desse vetor. Além disso, é crucial o aumento de vigilantes ambientais para fiscalização das leis em locais com grande negligência, punindo crimes e, como resultado, reduzi-los. Desse modo, surtos epidêmicos passaram a sumir com o tempo.