Desafios na saúde pública: como lidar com epidemias no Brasil?
Enviada em 23/06/2020
Todos os anos o Brasil gasta mais em resposta a surtos de doenças e outras emergências de saúde do que prevenindo-as, isso ocorre não só por falha no saneamento básico mais também pelo despreparo do país no combate aos vários tipos de epidemias, sejam elas originadas no próprio país ou advindas de outros países.
Observa-se que as epidemias no Brasil são agravadas pelo acúmulo do Sistema Único de Saúde. De fato, as autoridades voltam sua atenção e recursos para o tratamento da doença, deixando de lado a causa e contribuindo para o surgimento de epidemias. Portanto, a falta de saneamento básico em algumas regiões do Brasil, por exemplo, contribui drasticamente para disseminar várias doenças por todo país.
Recentemente, um novo vírus que causa doença pulmonar misteriosa gera temor no país, o surto que atingiu populações em um patamar global, e que teve sua origem na China, abateu várias populações. Esse surto foi causado por uma nova cepa de corona vírus, uma família ampla que vária do resfriado comum a doenças respiratórias mais graves como a SARS. Até o momento por despreparo do país em prevenir a disseminação da doença, cerca de 50 mil brasileiros chegaram a óbito e mais de 1 milhão testaram positivo para a doença pela doença até 20 de junho de 2020.
Diante dos fatos mencionados, nota-se que o Brasil não deve tentar controlar o problema das epidemias depois de seu surgimento, e sim promover meios para combater essas doenças antes de sua manifestação e proliferação. Sendo assim faz-se necessário a atuação da organização Mundial de Saúde para realizar campanhas e debates a fim de mostrar para países em desenvolvimento como o Brasil seu papel no controle de epidemias, como por exemplo o simples fato de conscientizar a população através de campanhas midiáticas a não aglomeração de pessoas para evitar a disseminação do coronavírus. Além disso, cabe a ela cobrar dos Estados saneamento básico distribuído de forma igualitária para que se evite outras doenças como; dengue, malária, febre amarela e Zika vírus.