Desafios na saúde pública: como lidar com epidemias no Brasil?

Enviada em 29/06/2020

Embora a Constituição de 1988 garanta o acesso justo à saúde através do SUS (Sistema Único de Saúde), nem toda a nação brasileira possui alcance à mesma, e por isso prejudica-se ao enfrentar epidemias que não possui infraestrutura suficiente capaz de resolver o problema.

Faz-se evidente a dificuldade do Brasil em lidar com epidemias de nível mundial, como por exemplo o Covid-19, vírus descoberto na China e que se espalhou pelo mundo no início de 2020 e matou milhões de pessoas. Isso acontece porque não se tem um preparo capaz de controlar os casos e ao mesmo tempo alertar a população, pois as atitudes tomadas diante de uma doença ou vírus sempre se dão após sua proliferação, e não antes, gerando uma quebra no sistema de saúde, uma vez que se torna impossível sua erradicação.

É certo que o uso de mídias sociais (Facebook, Instagram, Twitter, etc) contribui de maneira importante para um maior alcance no que diz respeito à conscientização popular sobre os perigos de uma pandemia (epidemia global) e como enfrentá-la da maneira mais eficiente possível, como mostra-se pelo Ministério da Saúde, que tem como base de anúncios as redes sociais que são mais acessadas tanto pelos jovens quanto por adultos, ainda que exclua as pessoas que não possuem internet dentro de casa, e ficam isentas de informações importantes como a propagação do vírus e como impedi-lo.

Portanto, cabe às esferas governamentais - federal, municipal e estadual - de entrar com ações corretivas que consertem a falta de investimento na saúde pública e ações preventivas que priorizem o acesso igualitário da mesma, para que as pessoas afetadas consigam melhor atendimento e o sistema público de saúde não quebre, pois assim, o Brasil conseguirá suportar epidemias e não colocará em risco a vida das povos mais afetados.