Desafios na saúde pública: como lidar com epidemias no Brasil?
Enviada em 18/06/2020
A Constituição Cidadã, em seu artigo 196, prevê a saúde como direito de todos e dever do Estado, logo, em 1998, durante o Governo de Fernando Henrique, o Sistema Único de Saúde (SUS) foi criado. Esse programa representa um avanço, pois proporciona mecanismos para o acesso a essa prerrogativa,mas ela está ameaçada devido á epidemias. Por assim ser, é importante analisar o desconhecimento e o movimento antivacina.
A princípio, as “fake news” são como bactérias estudadas na Biologia, as quais mutiplicam-se com rapidez ,ainda, interferem no comportamento humano.Para ilustrar, em 1998, o médico britânico Andrew Wakefield afirmou que a vacina tríplice viral estaria relacionada com á microcefalia, todavia, ele criou uma vacina alternativa, o que questiona esse saber. De forma análoga, essas desinformações contribuem para o aumento de epidemias, uma vez que os indivíduos não se vacinaram por acreditarem que essas substância os gerar prejuíjos, o que contribui para o reaparecimento de doenças como febre-amarela e sarampo.
Outrossim, em 1500, ano chegada dos portugueses ao Brasil, diversos indígenas morreram em decorrência de doenças, por exemplo, sarampo e catapora, transmitidas por esses colonizadores. Nesse viés, as o desconhecimento das consequências das epidemias contribuem para os não cuidados sanitários. A exemplo, deixar água parada em residências ou não higienizar locais que podem acumular animais transmissores de patologias, como ratos e mosquito aeds aegypt.
Portanto, as epidemias, agravada pelo desconhecimento e pelo movimento antivacina , são graves problemas na nação brasileira. Assim, cabe ao Ministério da Saúde, coordenado por Eduardo Pazuello, promover medidas que aumentem o nível de vacinação. Isso ocorrerá por meio da promoção da ida de médicos ás escolas, onde explicarão o funcionamento das vacinas, bem como medidas profiláticas de doenças epidemiológicas. Essa medida objetiva diminuir o índice de epidemias no Brasil, antes que a saúde dos brasileiros continuem ameaçada.