Desafios na saúde pública: como lidar com epidemias no Brasil?

Enviada em 19/06/2020

No contexto das grandes navegações do século XVI, o mundo passou por amplas transições, e uma delas foi a chegada dos portugueses ao Brasil. Dessa maneira, trouxeram várias doenças para os índios que não dispunham de imunidade. Como exemplo: o vírus da váriola, que efetivou epidemias no país. Entretanto, hordinamente o Brasil ainda sofre com dificuldades em relação ao contexto encontrado no século XVI.Essa dificuldade é ocasionada pelo movimento antivacina e o saneamento básico. Por isso torna-se necessário o debate acerca do tema os desafios da saúde pública no Brasil no cenário de epidemias.

Primeiramente, é notável o desenvolvimento de pesquisas e testes referente á descoberta de vacinas para imunização da sociedade. Nesse viés cabe ressaltar os movimentos antivacina que ganharam amplo destaque no século XXI, após a publicação do estudo do médico britânito Andrew Wakefield. De acordo com o especialista, ele relacionava a vacina tríplice viral com 12 crianças autistas que após o contato com a imunização acabaram adquirindo a enfermidade. Nesse viés, segundo a OMS cerca de 20 milhões de crianças não estão sendo vacinadas, devido a essa atividade.Pois, os responsáveis adquirem incógnitas sobre à vacina. Sendo assim, muitas doenças estão retornando, como exemplo: a poliomelite, que ocorre principalmente em crianças, deixando-as paralíticas.

Em segundo lugar, outra questão referente à problemática discorre sobre a falta de saneamento básico e o desmatamento. Nesse âmbito, é possível mencionar que, no ano de 1902, o Rio de Janeiro enfrentou grandes epidemias,na sequência que, as ruas eram cobertas por lixos e às áreas verdes estavam sendo desmatadas, ocasionando o grande acumulo de ratos e mosquitos nesses locais. Simultaneamente, à OMS, no ano de 2011, afirmou que, cerca de 88% de crianças e adultos foram internados, pois contrairam a diarreia, principal doença da falta de saneamento básico.Em conclusão, o Brasil ainda não possui medidas que detenham esses agravantes, gerando assim uma população mais enferma e a desigualdade social.

Em suma, a fim de romper com os entraves sobre os desafios da saúde pública no Brasil no cenário de epidemias, cabe o Ministério da Educação em parceiria com o Ministério da Saúde, realizarem campanhas em escolas públicas e privadas. Com o intuito de conscientizar famílias sobre como funcionam as vacinas e o saneamento básico. Para que, dessa maneira, possam utilizar profissionais da área em palestras e rodas de bate acerca do tema nesses locais, envolvendo os responsáveis das crianças, de maneira que, todos possam sanar dúvidas. E assim, obtendo mais conhecimento com a finalidade de não causar amplos impactos da ciência na sociedade.