Desafios na saúde pública: como lidar com epidemias no Brasil?
Enviada em 20/06/2020
No âmbito brasileiro, os desafios da saúde pública quanto as epidemias, se configura como uma das mais graves problemáticas enfrentadas no país. Isso é fruto de múltiplas causas, mas, dentre elas, destaca-se a ausência de fiscalização do Estado, que colabora, dessa maneira, para a proliferação de enfermidades, causando as epidemias. Em decorrência disso, a população fica vulnerável a disseminação de doenças, expandindo os danos à longo prazo. Diante disso, nota-se que medidas interventivas se fazem necessárias.
A princípio, é imprescindível destacar as causas e o papel do Estado nesse cenário. Com o advento da colonização brasileira realizada pelos colonos portugueses, em meados do século XIX, doenças contagiosas foram trazidas pelos mesmos, que foram estendidas pelo o tempo, provocando epidemias no Brasil e, dessa forma, ocasionando uma instável insalubridade. Nesse contexto, o Estado atua com a importante função de garantir a sociedade maior segurança na saúde, pois segundo dados do Instituto Trata Brasil de 2016, 48% da população brasileira não têm coleta de esgoto, sendo essa uma das causas para a ampliação de doenças.
Por conseguinte, analisam-se as consequências aos que sofrem com tal situação. A sociedade que convive com a vulnerabilidade de sofrer com epidemias, em pouco tempo perde a qualidade de vida. Nesse viés, o cidadão enfermo que contagia outros indivíduos, pode repassar um acúmulo da doença e a superlotação nos hospitais, além de atrasar a nação que está em progressão. Paralelo ao passado, um país com epidemias e sem fiscalização estatal, é visto pelo mundo como retrógrado e pode perder maiores investimentos como já ocorreu em meados do século XX. Por conseguinte, a saúde pública do Brasil, já precária, pode enfrentar danos graves em cenários de doenças contagiosas, pois já encontra-se sem valor.
Logo, identifica-se a urgente necessidade de ações governamentais com parceria ao Ministério da Saúde para a questão acima tratada e para o bem estar da sociedade. Nessa lógica, é de imediata necessidade que o Estado fiscalize de maneira correta, o uso do saneamento básico, principalmente em regiões precárias e vulneráveis. Além disso, é preciso que o Ministério da Saúde entre em acordo com o Governo Federal para que ocorra maiores investimentos na área da saúde, para que hospitais e postos de saúde tenham melhor infraestrutura em atendimento a sociedade, a fim de evitar que a saúde tenha que enfrentar desafios ao exercer sua função para a sociedade.