Desafios na saúde pública: como lidar com epidemias no Brasil?
Enviada em 20/06/2020
De acordo com o Sanitarista Sérgio Arouca, “Democracia é saúde”. Contudo, é explícito que o conceito mostra-se ausente no cenário hodierno do Brasil, devido a defasada infraestrutura que permanece nos municípios e da falta de conhecimento da sociedade acerca de assuntos como esse. Nesse sentido, é preciso encontrar subterfúgios para a resolução do impasse. Primeiramente, a Crise de XIV, do período Feudal, foi caracterizada por diversos conflitos, entre eles, a Peste Negra, trazida por embarcações comerciais da Ásia e que se propagou pela Europa por intermédio das precárias condições de salubridade que o ambiente se encontrava. Assim, a não promoção de água potável, drenagem e coleta de resíduos corrobora para o surgimento de doenças que afetam a população. Ademais, um estudo realizado nas escolas públicas da cidade de Tupanciretã, no Rio grande do Sul, que consistia na resolução de um questionário sobre a Dengue, demonstra que 69,4% dos alunos não sabiam sobre como a doença era transmitida. Logo, o limitado conhecimento que os indivíduos possuem sobre tais doenças, demostra que estes não saberão os meios necessários para preveni-las.
Portanto, medidas são fundamentais para solucionar os fatos elencados. O Ministério de Desenvolvimento Regional, deve executar o saneamento básico em residências, mediante tratamentos de esgoto e fornecendo água potável aos cidadãos, com o intuito de assegurar a saúde desta maioria, dessa forma, respeitando seus direitos individuais. Destarte, a Mídia poderia estipular informações sobre doenças como Dengue e Zica vírus, por meio de uma parceria com a OMS, a fim de a sociedade ter compreensão de como impedi-las, dessa maneira, garantir a segurança pública. Em suma, a popular citação do teórico Sérgio Arouca se tornará uma realidade palpável para o contexto nacional.