Desafios na saúde pública: como lidar com epidemias no Brasil?

Enviada em 30/06/2020

O Brasil é um país reconhecido mundialmente por ter o Sistema Único de Saúde (SUS). Apesar disso, há pouco investimento por parte dos governantes na área da ciência e saúde. Nota-se, com as milhares de mortes por conta da pandemia de COVID-19, o reflexo da falta de plano de contenção do vírus. Ao mesmo tempo, uma nova linhagem do zikavírus está em circulação no país, segundo o Centro de Integração de Dados e Conhecimentos para Saúde (Cidacs), podendo surgir uma epidemia. Cabe, portanto, resolver a querela da gestão em saúde para que se possa conter as epidemias.

Em primeiro lugar, é preciso identificar o SUS como uma conquista e um direito da população brasileira. De acordo com o G1, um homem recebeu uma conta de 1,1 milhão de dólares do hospital onde se tratou de coronavírus nos Estados Unidos. Essa situação é opressora em qualquer lugar, o seria aqui para mais de um milhão de pessoas que foram infectadas com a doença (06/2020). Levando em consideração a universalidade e a grande demanda do SUS, é evidente a necessidade de seu aperfeiçoamento. A melhora na gestão, o investimento na estrutura dos hospitais, o fomento científico para o desenvolvimento da saúde nas unviersidades gerarão benefícios para o povo no que tange ao combate de doenças.

Além disso, faz-se mister um plano de governo eficaz para a saúde pública. O país encontra-se com um ministro da saúde interino, ou seja, provisório, no momento de uma pandemia. A Nova Zelândia é um exemplo de país a ser seguido, pois tratou com rigidez o combate ao coronavírus. Sem ministro da saúde e plano de combate às doenças, a tendência é que elas se alastrem cada vez mais. Em suma, a querela da saúde é uma falha na gestão e na propagação do desenvolvimento científico. A melhor alternativa é que o Ministério da Saúde previna a população das epidemias, crie vacinas, seja para o tratamento do coronavírus e também para a prevenção da possível nova onda epidêmica de zikavírus. Desse modo, a nação não sofrererá os impactos da crise sanitária que é provocada pela má conduta governamental.

Dessarte, para lidar com as epidemias no país, o chefe de Estado deve nomear um(a) ministro(a) da saúde competente. Logo, o Ministério da Saúde deverá traçar um programa de combate às doenças que estão em vigência no território brasileiro. Simultaneamente, o governo federal deverá investir no SUS a fim de fornecer a todas as pessoas o direito básico de saúde e fomentar a pesquisa científica, para que sejam produzidas possíveis vacinas ou curas. Assim, é possível que a nação, ao usufruir do serviço de saúde pública e da produção científica, possa resolver a problemática das epidemias com mais engenhosidade.