Desafios na saúde pública: como lidar com epidemias no Brasil?
Enviada em 21/06/2020
A fácil e barata compra de alimentos prejudiciais à saúde é um entre inúmeros fatores que levam à obesidade, doença que acarreta complicações ao bem estar físico e mental. Nesse sentido, não apenas a obesidade, como diversas doenças virais e bacterianas são enfermidades epidêmicas, responsáveis por serem um dos desafios do SUS (Sistema Único de Saúde), o qual atende uma população desinformada e mostra-se despreparado para lidar com as epidemias.
Em princípio, foi vivenciada no Brasil em 1904 a Revolta da Vacina, nela as pessoas na falta de informação ou com ideologias contrárias à aplicação obrigatória de vacinas, contestaram tal medida imposta pelo presidente da época. Nesse contexto, ainda que o país tenha vivenciado situações epidêmicas, os cidadãos continuam desinformados sobre como evitar proliferações e medidas de prevenção. Assim, a falta de conhecimento os tornam mais passíveis de contraírem doenças, provocando gastos na saúde pública.
Ademais, é notório que o SUS apresenta uma constante falta de investimento na infraestrutura hospitalar. Com uma sociedade suscetível à enfermidades de fácil proliferação, os hospitais sem equipamentos, leitos e medicamentos para suprir a necessidade populacional acabam sendo ineptos para tal situação. Desse modo, trata-se de um problema que devido a ineficiência governamental traz-se prejuízos aos brasileiros debilitados.
Em suma, tem-se, atualmente, um serviço de saúde público insuficiente para enfrentar epidemias, prejudicando as pessoas que também estão despreparadas. Logo, torna-se necessária a intervenção do Governo Federal disponibilizando mais recursos e verbas para a compra de equipamentos e melhoria dos ambientes hospitalares, e o Ministério da Saúde na desenvoltura de campanhas que exponham em propagandas midiáticas os riscos das epidemias e como evitá-las. Tudo isso a fim de um país capaz de superar doenças epidêmicas, como a obesidade.