Desafios na saúde pública: como lidar com epidemias no Brasil?
Enviada em 29/06/2020
Desde à chegada dos europeus, em 1500, o Brasil foi acometido por várias epidemias: Varíola, gripe espanhola, poliomelite etc.; muitas dessas doenças proliferaram-se devido as condições de saneamento e infraestrutura serem precárias. O governo é o maior responsável por garantir a saúde e o controle de epidemias em um país, conquanto, muitas vezes os governantes não dão a devida importância para a área da saúde. Cabe avaliar os fatores que favorecem esses quadros no Brasil.
A priori, convém ressaltar que o descaso do Estado perante situação de epidemias no Brasil, está diretamente ligado aos governantes priorizarem a economia em detrimento à saúde, levando ao aumento no número de casos de diversas doenças. Por conseguinte, o descuido do poder executivo, principalmente com as zonas mais afastadas das cidades, onde a qualidade de vida é baixa, acaba agravando o número de “mortes evitáveis”.
De mesmo modo, destaca-se, que a falta de saneamento básico colabora na proliferação de doenças como a dengue, malária e leishmaniose, o que acarreta o aumento no número de casos e de mortes. Essa situação pode ser associada a um trecho da música “Perfeição” da banda Legião urbana: “Os mortos por falta de hospitais”, que expressa a extrema importância do investimento na infraestrutura em combate as inúmeras doenças que afligem o país.
Faz-se mister, ainda, salientar que há entraves na consolidação de políticas públicas que melhorem as condições da população em meio a crises de saúde. Sendo assim, cabe ao Estado, juntamente ao Ministério da Saúde, promover reuniões nas câmaras, afim de debater medidas preventivas a questões relacionadas à doenças epidemiológicas, além de investir em saneamento básico, principalmente, nas regiões periféricas das grandes cidades, promovendo melhor qualidade de vida para os habitantes dessas regiões. Com essas ações, espera-se que possamos lidar melhor em condições de crise de saúde no Brasil.