Desafios na saúde pública: como lidar com epidemias no Brasil?

Enviada em 21/06/2020

O Brasil, em sua grande extensão territorial e populacional vem apresentando homogeneamente doenças antes erradicadas, a exemplo febre amarela e sarampo, e em problemático conjunto, doenças sem formas de combates efetivos e vacinas- a dengue.

Primeiramente, as epidemias no país ressurgiram e agravaram-se pelo movimento Antivacina, superficialmente idealizado e que põe em risco muitas pessoas. O próprio Estado em sua incapacidade, aparece como réu na entrada de imigrantes sem formas de procedimentos médicos para demonstrar o risco do mesmo, apresentando inalcançáveis campanhas sociais, será o mesmo que nós próximos 20 anos sofrerá com a mais recente e auto-programada epidemia da obesidade.

Alarmante é inadmissível a volta da febre amarela, a incontingência do mosquito da dengue em que desse se provém a terrível zika, que vem causando a microcefalia, doença da anormalidade cerebral.

Notório que o Brasil precisa criar leis de vacinas para assim o povo temer e não se propagar o movimento tão perigoso Antivacina. Como também, uma educação populacional sobre hábitos alimentares e redução significativa nos preços de alimentos que hoje a classe mais baixa não alcança e que é necessário.