Desafios na saúde pública: como lidar com epidemias no Brasil?
Enviada em 22/06/2020
Na Idade Média, a doença denominada Peste Negra dizimou 1/3 da população europeia, sendo considerada até hoje a maior pandemia de nível global. No Brasil atual, apesar dos avanços na área da saúde, predominam altas taxas de mortes provocadas por doenças, sendo necessária uma reforma no processo de educação sanitária e, principalmente, a aplicação efetiva do direito à saúde.
Inicialmente, vale salientar o processo fundamental da educação sanitária no combate a doenças. Nesse viés, grande parte dos brasileiros não têm noção dos mecanismos e métodos de instalação utilizados por mosquitos, bactérias e outros agentes patológicos, segundo o médico infectologista Oswaldo Cruz, o que impede qualquer medida adequada de prevenção, ou seja, a educação sanitária efetiva faz-se necessária, na medida em que alerta e atribui percepções ao indivíduo passível de doenças.
Além disso, a Constituição Federal de 1988 assegura o direito à assistência na área de saúde. No entanto, tais normas não são aplicadas de modo efetivo, pois observa-se altas taxas de mortandade coletiva, em virtude de doenças, no Brasil, especialmente associadas à mosquitos infectados, de modo a evidenciar a necessidade de reforma nos sistemas de saúde.
Portanto, ratificando a importância da conscientização sanitária e de reformas que busquem reduzir os altos índices de mortandade epidêmica, o governo brasileiro deve, por meio de agências publicitárias especializadas, criar campanhas e pôsteres, que serão distribuídos nos estados, informando os processos patológicos e ambientes férteis para a propagação de doenças, apresentando desenhos e dicas de prevenção. Tal ação será financiada por impostos e terá por objetivo reduzir consideravelmente as taxas de doenças registradas, de modo a fazer valer o direito inalienável à saúde.