Desafios na saúde pública: como lidar com epidemias no Brasil?

Enviada em 22/06/2020

O histórico de epidemia no Brasil surge com o advento da colonização portuguesa em meados do século XVIII, onde os colonos trouxeram diversas enfermidades, tal como a varíola e a febre amarela, que acarretaram na morte e no fim de diversas sociedades indígenas. Esse cenário epidêmico, infelizmente, ainda é notável no país, e exige esforço dos setores públicos e das camadas sociais.

O Brasil é uma das maiores zonas de risco mundial para o surgimento de novas epidemias por características climáticas, pela biodiversidade e pela grande desigualdade territorial. Consequentemente, é notório a precariedade do sistema de saneamento básico nas diferentes regiões do país. A título de ilustração, em 1563, no Brasil ocorreu uma pandemia causada pela varíola, que agravou-se pela falta de saneamento, e que acarretou em diversas mortes. Portanto, é dever do governo assegurar um maior investimento na limpeza das ruas e no tratamento dos esgotos, a fim de suprimir as doenças no país.

Vale ressaltar, que muitos brasileiros não possuem acesso às informações que dispõem de uma abordagem mais objetiva acercadas prevenções das diversas enfermidades, como exemplo a dengue, male que pode ser combatido pela eliminação da aguá parada. À vista dessa escassa transmissão de informações, o enfrentamento dessas doenças são rigorosamente dificultados. Sendo assim, para erradicar esses males, às instituições governamentais devem estimular a educação da sociedade e implementar as políticas públicas.

Portanto, para lidarmos com uma epidemia no Brasil, é necessário o envolvimento coletivo das instituições, sendo o Governo responsável por uma maior destinação de verbas aos sistemas de saneamento básico em todo o território brasileiro, afim de evitar um maior contagio da doença. E à sociedade, como um todo, ser responsável por repassar uma conduta moral para fortalecer uma cultura de prevenção as doenças.