Desafios na saúde pública: como lidar com epidemias no Brasil?
Enviada em 27/06/2020
(Des)informação brasileira: riscos epidêmicos
A gripe espanhola, também conhecida como gripe de 1918, se tornou uma das epidemias mais mortais do mundo, podendo ter matado até 100 milhões de pessoas. Assim, designa uma dificuldade ao lutar contra novas doenças, o Brasil por ter uma cultura vista por muitos estrangeiros como não higiênica, com uma ampla falta de orientação e educação em muitas áreas, tem situações críticas e sofre com a tentativa de resolver as atrocidades.
Segundo Confúcio: “Não corrigir nossas falhas é o mesmo que cometer novos erros”, faz-se então analogia ao modo brasileiro e sua falta de mudanças, pois é uma nação que já enfrentou diversas epidemias, como: varíola, febre amarela, gripe espanhola, poliomielite, meningite, entre as principais e mais devastadoras. Porém, ao finalizar o combate, a postura da população e do governo continuam equivocadas, sem progresso e um futuro incerto em relação à possibilidade de uma nova doença.
Portanto, a orientação, seja governamental ou educacional é primordial no meio de uma epidemia, o que não há muitas vezes e gera forte desinformação entre os mais periféricos, visto que o Brasil é um país muito desigual e heterogêneo em questões econômicas. De acordo com Bauman: “Não são as crises que mudam o mundo, e sim a reação a elas”.
Por conseguinte, a melhor forma de combater as doenças em um país é juntamente com o poder do governo, órgãos como a OMS (Organização mundial da saúde) darem orientações e informações para a população. Assim, gera conhecimento e mudança de hábitos em prol de erradicar, configurar novos atos. Dessa maneira, em escolas (públicas ou privadas) devem haver palestras explicando o risco da epidemia e as ações que os alunos devem tomar.