Desafios na saúde pública: como lidar com epidemias no Brasil?
Enviada em 26/08/2020
A Revolução Industrial no Brasil possibilitou o avanço do êxodo rural, desenvolvendo óbice nas grandes cidades do país. Entretanto, observa-se que esse problema epidemiológico transformou-se em manifestações de doenças na sociedade, na qual a organização social e governamental amplia esse fator entre as pessoas, com falta de saneamento básico. Contudo, a consciência social e governo federal criem uma alternativa para delimitar essa tribulação.
Primeiramente, essa crise no país desenvolvida por falta de bons tratados no meio ambiente desenvolve esse propósito. Na qual as autoridades responsáveis não criam uma revolução rigorosa para o combate ao mosquito Aedes Aegypti, em que é promovido com água parada em áreas livres. O descarte irregular de objetos como, por exemplo, pneus, baldes, bacias. São componentes que seguram água e contém a proliferação dessa espécies espalhando a contaminação na cidadania. Portanto, projetos sejam realçado na contemporaneidade.
Convém lembrar a participação da sociedade nesse causo que engrandece essa epidemia. Já que não desenvolvem organização no descartes de meios com tempo durador de decomposição no ambiente terrestre. Visto que boa parte fazem o manejo de forma alastradora desde da colonização brasileira, em que nas navegações já traziam mosquitos de outros país para território descoberto. Logo, esses seres entrem em conscientização para melhoramento da saúde.
Dessa forma, é necessário uma boa atuação do Governo Federal com essa situação problemática no país. Dessarte, com intuito de mitigar essas epidemias, necessita-se, urgentemente, que o Tribunal de Contas da União direcione capital que, por intermédio do Ministério da Saúde, será revertido no meio ambiente e saneamentos básicos, através de projetos em escolas, redes sociais, ações comunitárias. Em virtude de transbordar consciência da juventude até idoso. Então, seja altamente eficaz para todos os indivíduos.