Desafios na saúde pública: como lidar com epidemias no Brasil?
Enviada em 21/10/2020
No contexto social brasileiro, apesar do enorme apelo por parte dos grande centros publicitários que cada vez mais tem objetivado combater os problemas relacionados à saúde pública, principalmente quando se trata do avanço das epidemias no país, ainda são diversos os casos de Dengue na região Nordeste e Malária no Norte do Brasil, que embora tenham se reduzido, não foram completamente extintas e podem voltar a crescer novamente. Esse contrassenso determina uma maior necessidade de tratos por parte do Poder Público e da sociedade civil, com fito de encontrar novos métodos para evitar o surgimento de novas epidemias.
Nesse contexto, o filosofo Thomas Hobbes cita em uma de suas obras que ‘‘O homem é o lobo do homem’’ esta frase se caixa perfeitamente no contexto das epidemias, pois observa-se que o negligenciamento por parte do governantes ,quanto ao surgimento de novas doenças no país, acaba prejudicando a todos, possibilitando o avanço das mesmas, ocasionando a contaminação da população em geral e dos agentes do governo. Além disso, assuntos deste tipo devem ser vistos como uma questão de saúde pública, para que assim o Estado busque, da maneira mais rápida possível, uma forma eficiente de lidar com problema.
Outrossim, a forma como o surgimento de novas doenças são vistas pela população também possui um impacto gigantesco, pois assim como muitos governantes não agem da maneira correta ao identificar uma possível epidemia e divulgar práticas de como prevenir a contaminação, diversos são os casos de cidadãos que não se dispõem a colaborar com a medidas solicitadas pelo Ministério da Saúde, o que por sua vez, pode agravar ainda mais a catástrofe epidêmica.
Portanto, é notório o quanto a participação da população de maneira colaborativa e a contribuição do Estado em divulgar as formas de precaver-se à epidemia são de vital importância na situação descrita, mas nem sempre a forma como tais práticas de prevenção devem ser aplicadas são feitas da maneira correta. Diante de todo o exposto, vê-se necessário que o Ministério da Saúde em parceria com o Governo Federal, por meio de maiores incentivos fiscais e campanhas que ofereçam palestras, ministradas por orientadores especializados na área, que possam intensificar a divulgação das informações necessárias para combater possíveis epidemias e melhores condições no tratamento de pessoas contaminadas. Desta forma, a população brasileira estará melhor precavida e terá disponibilizado um tratamento mais adequado contra possíveis doenças epidêmicas.