Desafios na saúde pública: como lidar com epidemias no Brasil?
Enviada em 17/11/2020
As doenças trazidas pelos Europeus com o descobrimento do novo mundo, como o sarampo e a gripe, dizimaram uma parcela significativa da população indígena. Entretanto, hodiernamente, apesar dos avanços científicos da medicina, a saúde pública enfrenta desafios com o reaparecimento de doenças antes erradicadas devido o descaso governamental, o que pode gerar consequências alarmantes em casos de pandemia.
À priori, as lacunas dos investimentos estatais em métodos de conscientização e profilaxias contribuem para o regresso de doenças controladas anteriormente. Desse modo, objetivando evitar esse cenário, faz-se mais eficaz e menos custoso o investimento governamental em medidas profiláticas, como vacinas, segundo pesquisas feitas pela Organização Mundial de Saúde, na qual aponta que de 2 a 3 milhões de mortes são evitadas anualmente somente com o uso de vacinas.
Ademais, essas falhas na prevenção podem ocasionar cenários desastrosos principalmente em casos de epidemias. Nesse diapasão, a saúde pública pode sofrer com superlotações de hospitais, falta de leitos, medicamentos, altos custos em tratamentos aos doentes e consequentemente, um número altíssimo de óbitos, como vivenciado pela pandemia causada pelo Corona Vírus, atualmente, que já causou mais de 160 mil mortes no Brasil, segundo o site Covid-Saúde.
Em suma, está claro que a melhor forma do governo lidar com as epidemias é pelo método preventivo. Portanto, é imprescindível o auxílio do Ministério da Saúde, principal órgão que rege os investimentos nesse setor, na acessibilidade da comunidade perante as vacinas e campanhas educativas, por meio de estandes, em locais acessíveis, como farmácias. Assim, isso deve ser feito por profissionais qualificados que possam aplicar as vacinas e conscientizar a população acerca da importância de se prevenir, além de métodos de higiene e cuidados básicos, a fim de evitar que genocídios, como os causados pelos europeus, sejam evitados.