Desafios na saúde pública: como lidar com epidemias no Brasil?

Enviada em 22/12/2020

Primordialmente a irresponsabilidade humana fomentou inúmeros surtos epidêmicos. No século XIV, devido à falta de higiene nas ruas europeias, a Peste Bubônica causou a morte de milhares de pessoas. Hoje, apesar do desenvolvimento da medicina, o desmatamento, abortos e outras negligências do homem ainda fomentam a relatório de mortes por doenças infecciosas.

Evidentemente, a precaridade do sistema de saneamento básico nas diferentes regiões do Brasil facilita a contaminação, por exemplo, da água e dos alimentos visto que 48% de indivídos não possui coleta de esgoto. Em 1563, no Brasil, ocorreu uma epidemia causada pela doença varíola que agravou-se seriamente devido a falta de saneamento.

Apesar de que muitos brasileiros não têm acesso a informes elucidativos ou debates domésticos que disponham de uma abordagem franca acerca dos meios de prevenção a variadas enfermidades, por exemplo, Zika e a dengue, que doenças são contundentemente combatidas por meio do simples ato de evitar o acúmulo de água parada. Ademais, a população não segue de maneira correta conforme as instruções do Ministério da Saúde em relação a medidas de prevenção, como evitar água parada. Somado a isso, um público de saúde no Brasil é lenta em relação à demanda e muitas pessoas morrem sem mesmo serem atendidas.

Dessa maneira para lidar com epidemias no Brasil, cumpre ao Governo Federal, sem condição de responsável pela formação do orçamento da União, por meio de uma maior destinação de verbas, investir mais amplamente no sistema de saneamento básico em todo o território brasileiro. OMS, em parceria com os meios midiáticos, deve promover campanhas de conscientização sobre a importância do papel da sociedade em combater esse vetor, a fim de obter a adesão popular na profilaxia dessas doenças.