Desafios na saúde pública: como lidar com epidemias no Brasil?
Enviada em 31/12/2020
Durante o século XX, todos os continentes foram afetados pela gripe espanhola, que causou a morte de pelo menos 50 milhões de pessoas, inclusive no Brasil. Com isso, a população implantou o distanciamento e o isolamento para que os efeitos causados pela doença fossem minimizados. Analogamente, esse cenário ainda é evidente e aflige principalmente a população mais carente. Além disso, contribuem para a perpetuação dessa problemática a falta de informação e as consequências geradas com esse agravante.
A princípio, as condições precárias do saneamento básico facilita a contaminação entre os indivíduos, além da água e dos alimentos, ocasionando a disseminação mais rápida da enfermidade. Entretanto, mesmo compreendendo o fato, os setores públicos não tomam providências necessárias e satisfatórias para que essa situação seja retificada. Outrossim, destaca-se o papel passivo que o Ministério da Saúde exerce, ignorando o fato de a informação correta, muitas vezes, não alcançar a todos. Desse modo, evidencia-se a necessidade de agregar a todos, em discussões desse teor, a fim de reduzir o índice de pessoas infectadas.
Ademais, um dos problemas quanto a esse fato são as consequências geradas com epidemias no país. Nesse sentido, nota-se que elas causam sérios danos não só à saúde, mas, também à economia, à política, à segurança alimentar, entre outros. Dessa maneira, torna-se substancial a reformulação de um novo plano de atendimento, proveniente dos impostos pagos pela massa.
Diante do exposto, cabe ao Governo Federal, em intermédio do Ministério da Saúde, investir no saneamento básico do país, por meio da destinação de verbas, para assim, evitar a multiplicação de doenças. Igualmente, é dever do Estado promover a integridade de todos e incluí-los em suas atividades. Assim, cenas como as ocorridas durante a gripe espanhola serão evitadas e, dessa maneira, poder-se-á sanar os danos econômicos e sociais de epidemias no Brasil.