Desafios na saúde pública: como lidar com epidemias no Brasil?
Enviada em 10/01/2021
A constituição federal de 1988, documento jurídico mais importante do país, prevê em seu artigo 6º, o direito à saude como indispensável a todo cidadão brasileiro. Entretanto, hodiernamente, é possível notar uma crescente crise de epidemias no Brasil, causadas principalmente pelo déficit presente na saúde pública e, pelo descaso na questão do armazenamento de água municipal.
Mormente, é imprescindível comentar sobre a importância do Sistema Único de Saúde (SUS), sistema esse que, de forma precária pela quantidade extrema de pessoas, trata os pacientes sem estrututa para isso. No entanto, autoridades e profissionais da área afirmam que a razão para hiperlotação nos postos do SUS é, em sua maioria, o descaso com a prevenção de tais doenças, causando assim uma demanda insustentável.
Em segundo lugar, o descaso em relação sobre conservação de água também é algo de grande influência na crise epidemiológica nacional, afinal, muitas enfermidades se disseminam por causa de mosquitos que se criam nos depósitos de água parada. De acordo com um levantamento feito pelo Ministério da Saúde, no Nordeste, cerca de 3 a cada 4 criadouros de larvas são nos reservatórios de grande porte (76,5%), ampliando, assim, o espalhar de doenças pela região.
Portanto, é evidente que tais problemas devem ser solucionados para a amenização da crise de saúde no Brasil. Desse modo, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) com o auxílio do Ministério da Saúde (MS) deve reforçar o serviço de fiscalização domicilar com mais visitas domésticas, em prol de eliminar os criadouros de mosquitos. Além disso, o MS deve inserir a vacinação necessária para alguns processos, de modo que, sem a imunização, o indivíduo não possa executá-los, por exemplo, viajar. Dessa forma, certamente, o empasse deve ser amenizado, tornando o país mais seguro de se morar.