Desafios na saúde pública: como lidar com epidemias no Brasil?
Enviada em 10/02/2021
No contexto histórico brasileiro, somos assolados por doenças infecciosas que matam milhares de pessoas todos os anos, o que contribui para que isso aconteça é o sistema de saúde pública que não está preparado o suficiente para demanda de doentes, carecendo de equipamentos básicos que impossibilitam o atendimento dos pacientes. Além da falta de informação sobre doenças infecciosas que causam a epidemia sobrecarregando os postos de saúde públicos acarretando tantas mortes.
Visto isso, um dos grandes contribuentes para epidemias é a falta de informação sobre a doença infecciosa, que com a falta de prevenção a taxa de contaminação é alarmante, de acordo com o Estadão, em 1850 na epidemia da febre amarela so foi ser descoberta no final do século como o virus era transmitido, assim não podendo se prevenir da doença, o numero de mortos em Campinas foi equivalente a 3% da população. Entender como a doença funciona é uma peça fundamental para o controle epidemiologico.
Além disso, o sistema de saúde brasileiro é um sistema precário e sobrecarregado, por falta de investimento em estrutura e materiais os profissionais de saúde são submetidos a trabalhar em péssimas condições. De acordo com o G1 nos dois primeiros meses de 2021 foram feitas 935 denúncias por falta de equipamentos básicos, isso é reflexo de um governo que não atende as necessidades que seu povo.
Conclui-se, que os principais inimigos das epidemias são hospitais bem estruturados com recursos e uma população informada, que sabe se prevenir, mas para ter esses aliados no combate a doenças infecciosas, o Estado tem que promover recursos e atender aos pedidos e necessidades dos postos de saúde público, assim fazendo com o que possam ser atendidos os pacientes. Para baixar a taxa de contaminação e necessario informar a população por meio de outdoors, propagandas televisivas e de radios.