Desafios na saúde pública: como lidar com epidemias no Brasil?
Enviada em 18/06/2021
O desinteresse e a desinformação faz com que problemas que seriam razoavelmente simples para serem resolvidos, se tornem grandes empecilhos no país. Isso ocorre com as epidemias causadas pelo aedes aegypti, mosquito transmissor das doenças dengue, zika e chikungunya, grande parte de seus criadouros ficam em áreas domiciliares ou próximo a eles, em locais como na borda de baldes, bacias, latas de lixo e pratos de plantas. Dessa forma, o Brasil transfigura-se em um berço para epidemias.
Sob essa perspectiva, fica claro que a falta de prevenção piora de forma significativa os surtos de casos das enfermidades transmitidas pelo inseto, isso se reforça com dados como o do Ministério da saúde que aponta que em 2015, 52,6% dos criadouros são em depósitos domiciliares no sudeste, região em que tem 3 estados nos cinco que lideram em mortes por dengue, sendo eles São Paulo, Rio de Janeiro e Espírito Santo. Impulsionada também com a falta de comprometimento estatal que não faz nada ou pouco para promover fiscalizações preventivas, tanto pelo fato de ter poucos fiscais ou pela falta de rigidez e ajuda ao se deparar com áreas infestadas pelo mosquito.
Portanto, é de extrema importância tomar medidas em busca da resolução dessa problemática. Logo o Ministério da saúde em conjunto o Ministério da educação devem implementar palestras e campanhas publicitárias sobre a importância de prevenção para o combate de criadouros do mosquito transmissor em suas casas, além da Secretaria de Saúde de cada município aumentar o número de fiscais e fazer uma inspeção mais rígida, com multas maiores e fornecendo os meios necessários para o tratamento do possível criadouro de aedes aegypti. Dessa maneira se almeja promover uma solução para esse enorme problema no Brasil, visando a erradicação de epidemias no país, juntamente com o fim da desinformação sobre o assunto , para que as proximas gerações brasileiras não sofram com grande empecimento no futuro.