Desafios na saúde pública: como lidar com epidemias no Brasil?
Enviada em 18/06/2021
Não há dúvida de que, desde o século 14, houve epidemias no mundo e milhares de pessoas morreram de Peste Negra. No Brasil, com a chegada dos europeus, começou a epidemia que, além dos benefícios econômicos, trouxeram vírus e bactérias que os índios ainda não conheciam. Durante a ascensão das cidades, os sistemas de saúde e saneamento ficaram instáveis, o que contribuiu para a disseminação de várias doenças, o que não se difere desde os dias atuais, e medidas precisam ser tomadas.
Em primeiro plano, é evidente que a falta de orientação dá população, permanece nos dias de hoje. Da mesma forma, foi na revolta da vacina em 1904, os militares pegavam as pessoas a força e vacinava, previnindo das epidemias,mas as pessoas não sabiam, por que, estavam sendo vacinadas e acabaram se revoltando, com isso causou muitas mortes. Sem o uso da força, no ano de 2016 teve a epidemia que foi a zica e chykungunya, principalmente, na região norte e nordeste que foram as áreas mais afetadas acabou deixando sequelas e matando várias pessoas.
Da mesma forma, ocorreu com a febre amarela em janeiro de 2017, que se iniciou em Minas Gerais e confirmaram-se mortes de pessoas ligadas ao vírus em municípios de nove estados, principalmente dos quatro estados da Região Sudeste. Ambas as epidemias possuem vetores distintos, entretanto medidas foram tomadas para a contenção das mesmas, porém é impossível erradicar os mosquitos ou vetores.
Em virtude dos fatos mencionados, é mister entender que em todos os casos de epidemias os fatores em comum são a falta de conhecimento e orientação, logo, entende-se que é necessário que o Governo juntamente com o Ministério da Saúde trabalhem com os meios de comunicação para transmitir as informações necessárias para a população, através de propagandas, podcasts e até mesmo palestras em escolas, para evitar dúvidas e garantir a segurança da saúde da sociedade, afim de ter o controle das epidemias vigentes e futuras.