Desafios na saúde pública: como lidar com epidemias no Brasil?

Enviada em 18/06/2021

Ao analisar o histórico sociocultural braslileiro, verifica-se que as epdemias, bem como a imprudência e negligência pelo governo e povo, mediante a tal questão, não são contemporâneas. Desde o início da colonização brasiliense, inumeras doenças, trazidas pelos colonizadores, foram responsáveis pela extinção de diversas tribos indígenas, que não continham em seu sistema imunológico mecanismos de defesa para resistir a tais mazelas. Sobre isto, inúmeros debates, tanto no meio científico como no social, abordam a falta de concientização da população, a escassez do sistema de saúde, além de meios para resolver a problemática.

Segundo especialistas, a falta de concientização e disseminação de fake news de grande parte da população brasileira foi responsável pela não imunização e morte de muitas pessoas e criação de movimentos sociais protestantes, como o Movimento Antivacina, além do retorno de doenças ratificadas, como no caso do Sarampo, reintroduzido no país em 2019, com 18 mil casos. Esses movimentos, semelhantes a revolta da vacina em 1904, podem ser os principais responsáveis pelo retorno de mazelas erratificadas, como Poliomeite e outras pestes.

Há ainda, a escassez de recursos no Sistema Unico de Saúde do país, onde a falta de equipamentos e o subfinanciamento são responsáveis pela vida de milhares de pessoas e  patrocinados por um governo deficiente e falho.  Apenas em 2016, cerca de 302.610 mil brasileiros foram a óbto graças a “eventos adversos”, ficando atrás apenas de doenças cardiovasculares, a primeira causa de morte mais comum na nação.

Dessarte, para que a saúde pública no Brasil seja aperfeiçoada e que epidemias sejam atenuadas faz-se necessária ações por parte do corpo governamental. Para este, é preciso maior envolvimeto com o corpo social, para que sejam realizadas campanhas de conscientização nas escolas, postos de saúde e no corpo midial, para acabar com o medo da população e  incentivar essas pessoas a se imunizarem, evitando regresso de mazelas, bem como maior investimento nas áreas de saúde  e atenção primária, que são serviços básicos como consutas e exames, visando a erradicação de doenças graves e em estágios finais e promover o bem estar do pasciente, além de economia para os cofres públicos, que não terão que arcar com cirurgias de grande porte. Há também, necessidade de investimento em epdemiologia social- relação entre organização social, saúde e bem estar - para que o sistema de saúde aja de acordo com as demanadas sociais e se ajuste a realidade enfrentada no país.