Desafios na saúde pública: como lidar com epidemias no Brasil?
Enviada em 18/06/2021
No início do século XX, o médico sanitário Oswaldo Cruz conseguiu acabar com as epidemias que assolavam o Brasil em sua época, como a Varíola e a Rubéola. No entanto, ele utiliza uma forma autoritária para atingir esse objetivo. Hoje, são as epidemias ocasionadas pelo mosquito da dengue e pelas doenças infectocontagiosas que preocupam a população. Com isso, é fundamental analisar formas com as quais a União brasileira o mesmo feito do sanitarista, conquanto de forma democrática.
A priori, vale entender o motivo pelo qual as doenças causadas pelo mosquito da dengue serem tão frequentes. À vista, tem-se o pensamento do sociólogo Marx Weber de que a Ação Social deve ser um ato essencialmente orientado aos outros. Entretanto, quando procuram não buscam formas normais de evitar a proliferação. Logo, nota-se uma sociedade que debate essa problemática apenas em épocas com os maiores índices de doentes. Sendo que o gesto preventivo deve ser realizado durante todo o ano.
A posteriori, doenças infecciosas estão propensas a se tornarem epidemias no país, como o caso da Covid-19, No final do ano de 2019, começou uma nova epidemia na China que se espalhou por todo o mundo se tornando uma pandemia, Covid-19 , caso que desesperou toda população. Então, percebe-se que são dois os principais motivos: uma fronteira pouco controlada e campanhas de vacinas que não se manifestam como metas. O Estado brasileiro facilita a entrada de estrangeiros no país sem qualquer exigência de vacinas.
Entende-se, portanto, que é necessário transformar as prevenções de doenças em uma Ação Social. Para isso, caberá aos Governos criarem fiscalizadores epidemiológicos. Assim, eles ajudam a população a prevenir a proliferação das epidemias e pandemias, dessa forma, caberá o papel de exigir dos estrangeiros o cartão de vacina atualizado ou até mesmo fornecer essas vacinas a eles. Assim o Brasil evitará o surgimento de várias epidemias no país.