Desafios na saúde pública: como lidar com epidemias no Brasil?
Enviada em 18/06/2021
Durante o processo de colonização brasileira, um dos entraves foi a epidemia de peste bubônica, que acabou levando à morte de muitos índios e portugueses. Portanto, percebe-se que mesmo após o avanço dos anos a saúde pública brasileira ainda esta situação de iniquidade, a desigualdade ainda existe por falta de negligência e má gestão que apesar de serem problemas crônicos as autoridades não têm dado a devida atenção.
É evidente que a falta de orientação dá população perpétua nos dias de hoje. Da mesma forma aconteceu na chamada revolta da vacina em 1904 quando a população era vacinada a força para previnilas de contrair doenças porem gerando uma revolta pelo fato das pessoas não saberem o motivo das doses aplicadas. De modo similar ocorreu, em 2016, a epidemia dos vírus zica e chykungunya onde morreram varias pessoas que aderiram como opção não tomar as vacinas assim como na época das revoltas.
Segundamente, convém pontuar que há um impasse no subfinanciamento da saúde pública. No ano de 1988 foi fundado o Sistema Único de Saúde (SUS) e tinha como intuito oferecer saúde como direito para todos, entretanto, atualmente não funciona como o esperado. Encontrar aparelhos quebrados e falta de medicamentos é “normal” no dia a dia dos cidadãos que dependem do sistema publico.
Pontuados os problemas, para resolver esse impasse o Governo, em parceria com o Ministério de Saúde, deve fazer campanhas falando sobre a importância da vacinação. Através das mídias, escolas e jornais. Além de haver a necessidade de um investimento mais acentuado dentro da saúde para a construção de hospitais e postos de saúde e para a contratação de médicos para o desafogamento dos centros de saúde já existentes e para proporcionar melhor atendimento a toda população.
“Não é sinal de saúde estar bem adaptado a uma sociedade doente.” Jiddu Krishnamurti, filósofo, escritor, orador e educador indiano.