Desafios na saúde pública: como lidar com epidemias no Brasil?

Enviada em 18/06/2021

A Constituição Federal de 1988, documento jurídico mais importante do país, prevêo direito à saúde como inerente a todo cidadão brasileiro. No entanto, observa-se exatamente o contrário quanto à questão das epidemias no Brasil. Nesse contexto, percebe-se a configuração de um grave desafio, em virtude da lacuna no sistema de saúde e do descaso ambiental.

Primeiramente, deve-se ressaltar as falhas do Sistema Único de Saúde (SUS) para combater as epidemias brasileiras. Nesse sentido, nota-se, em grande parte dos hospitais públicos, que o governo contribui para a manutenção do problema, visto que, apesar do direto Constitucional, o SUS não possui aplicações que auxiliem no combate as epidemias, como a contratação e a qualificação dos profissionais da saúde, bem como o investimento na estrutura hospitalar. Essa conjuntura, segundo as ideias de Aristóteles, demonstra que a política não exerce o seu papel, uma vez que o bem-estar da população não é assegurado. Logo, é inadiável encerrar tal cenário.

Ademais, a negligência ambiental é um desafio no que tange às epidemias. Para Paul Watson, diretor da fundação Greenpeace, inteligência é a habilidade de conviver em harmonia com o meio ambiente. Diante disso, constata-se que os brasileiros contribuem para a instauração da problemática, posto que não existe concordância entre as espécies, pois a sociedade interfere nas áreas ambientais desmatando e retirando os animais de seus hábitats, colaborando, assim, para mais epidemias. Por conseguinte, é inadmissível que esse quadro continue a perdurar.

Portanto, é indispensável intervir sobre a questão. Para isso, o Ministério da Saúde deve investir nos hospitais públicos, por meio da destinação de verbas, a fim de melhorar o combate as epidemias brasileiras. Nessa ação, o Ministério pode, ainda, divulgar as melhorias para população. Paralelamente, é preciso intervir sobre o desinteresse com o meio ambiente. Dessa maneira, o Brasil poderá usufruir dos seus direitos Constitucionais.