Desafios na saúde pública: como lidar com epidemias no Brasil?
Enviada em 18/06/2021
No Brasil, com a chegada dos portugueses em 1500 e o advento do período colonial, muitas enfermidades foram trazidas pelos colonos, como a varíola, o sarampo, a caxumba e a febre amarela, e, efetivamente, provocaram epidemias no país, visto que os indígenas não tinham sistema de defesa para essas doenças dessa forma sucumbiam rapidamente. Analizando a alusão histórica e relacionando ao cenário contemporâneo, percebe-se que, ainda, essa realidade epidêmica é notável no Brasil e exige amplos esforços de setores do poder público e de estratos da sociedade civil com o escopo de combater tal situação problemática.
Em primeira instâcia, é importante citar que o Brasil tem 57 milhões de residências sem acesso à rede de esgoto, 24 milhões sem água encanada e 15 milhões sem coleta de lixo, de acordo com os dados da Pnad (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios) de 2018, do IBGE. Contudo, a precaridade do sistema de saneamento básico facilita a contaminação, acarretando a ampla disseminação de doenças no território brasileiro.
Outrossim, é válido salientar que a falta de conhecimento das formas de prevenção dessas doenças dificulta o enfrentamento das epidemias. Visto que, muitas doenças como, zika, dengue, chikungunya podem ser combatidas por meio do simples ato de evitar o acúmulo de água parada. A respeito disso, a insciência é um dos coeficientes que impedem de eliminar uma doença.
Diante dos fatos supracitados, faz-se necessário pautar medidas a fim de modificar essa realidade. É fundamental, portanto, que o Ministério da Saúde, junto às Mídias de grande repercussão, informe a população por propagandas, palestras sobre a importância da higiene. Além disso, é de suma importância que seja implementado em todo o território nacional sanamento básico, coleta de lixo, garantir a distribuição de vacinas e remédios a toda a população. Com essas ações, espera-se reduzir essa mazela que assola a sociedade moderna.