Desafios na saúde pública: como lidar com epidemias no Brasil?

Enviada em 18/06/2021

Um dos primeiros casos epidêmicos registrado no Brasil, deu-se no ano de 1850, quando a febre amarela se alastrou pelo Estado do Rio de Janeiro, o quê provocou milhares de mortes. Após esse período, ocorreram diversas outras epidemias, como a da gripe espanhola e varíola. Verifica-se que, as epidemias, ainda na atualidade, são um grande obstáculo para o avanço da saúde pública no país, decorrendo-se da icompetência do sistema público ou mesmo por consequência da indisciplina social.

Dado as circunstâncias, é possível observar que as áreas mais atingidas por epidemias são as de infraestrutura precária, uma vez que, a falta de saneamento básico é uma das principais causas de eventos epidêmicos. O tratamento de esgoto e água são essenciais e devem ser obrigatoriamente de possível acesso a todos. Hoje, no Brasil, os principais casos epidêmicos enfrentados são os transmitidos por mosquitos, como a dengue e o zika vírus, doenças essas, que ainda não foram erradicadas. Caixas d’água sem tampa, acumulo de lixo e entulhos, são exemplos de descuidos que podem gerar o alastramento dessas doenças.

O sistema de saúde pública no Brasil é falho, em consequência da má gerência do principal agente intermediador, o Sistema Único de Saúde (SUS), posto que, seu principal objetivo ao ceder assistência é negligenciado, pois, para deter doenças que se propagam rapidamente, apenas medidas preventivas individuais são insuficientes.

Portanto, para que os sucessíveis casos epidêmicos no país sejam evitados e devidamente controlados, é necessário que medidas interventivas antecipadas ocorram a partir das instituições mediadoras, como o SUS, junto dos governos estaduais, em busca da melhora do gerenciamento de deus programas, partindo de atitudes de alcance comunitário.