Desafios na saúde pública: como lidar com epidemias no Brasil?
Enviada em 18/06/2021
Durante a revolta da vacina no Brasil, o povo se recusou a se vacinar por conta de informações falsas e medo, isso se caracteriza como um movimento anti-ciência que se alastrou no Brasil décadas atrás, e recentemente tomou força novamente com o crescimento da extrema direita no país, a falta de credibilidade na ciência acaba resultando na dificuldade de estinguir doenças e resolver epidemias, e a diminuição da pesquisa ciêntifica para o desenvolvimento de novas formas de medicina.
Quando a população brasileira não confia nos cientistas, cria o problema da incapacidade de resolver problemas de formas normalmente simples, como uma epidemia que poderia ser resolvidade produzindo vacinas e atingindo imunidade de rebanho, sem a confiança na comunidade ciêntifica esse resultado só poderia ser atingido quando a maioria das pessoas já sofreram pela doença, e esse movimento anti-vacina cresce a cada ano que se passa.
Com a segurança pela ciência diminuindo e menos pessoas escolhendo se vacinar, as empresas e o governo que usualmente financiavam as pesquisas irão parar ou diminuir a verba, isso acaba causando na desaceleração da evolução da medicina, fazendo com que enfermidades que talvez poderiam ser criadas curas em poucos meses demorem anos, tornando uma epidemia fácil de ser resolvido em uma possível pandemia e matando milhares de pessoas.
Em conclusão, o governo deve criar leis para garantir a que a população brasileira se vacine, como por exemplo apenas permitir que crianças frequentem escolas caso estejam vacinadas, e também investir no desenvolvimento da medicina brasileira.