Desafios na saúde pública: como lidar com epidemias no Brasil?

Enviada em 18/06/2021

Os seres humanos proteção desde a sua existência com doenças e epidemias. Na antiguidade as pessoas morriam, sem tratamentos e no sofrimento, como a peste negra que dizimou parte da população européia. Ao longo do tempo houveram avanços nessa área, principalmente durante a Segunda Guerra e hoje há sistemas de cura e controle muito mais avançados. Particularidade do Brasil é ser um dos pouquíssimos países do mundo que oferecem acesso a estes tratamentos sem custos. Porém, tais serviços são precários.

Pesquisas como últimas epidemias que o país enfrentou, como Zika e Dengue, é notável como precariedade no sistema de saúde pública dos municípios no que diz respeito a infraestrutura. As notícias veiculadas pelos telejornais retratam a falta de salubridade nas unidades de pronto atendimento, tais como a falta de equipamentos, a falta de remédios eo descaso com os pacientes que em muitos casos são atendidos nos corredores sentados no chão devido a ausência de macas e cadeiras .

Além dos problemas citados, a falta de médicos é notória, o que complica ainda mais a questão do atendimento nas UPA’s. Os preços baixos e como as condições precárias do local de trabalho diminuem o número de profissionais interessados ​​em atuar na área de saúde pública. Além disso, os que aceitam trabalhar sob essas condições reclamam de não possuem equipamentos recomendados para um bom atendimento, como medidores de pressão, medicamentos e máquinas de ultrassom e raio x, por exemplo.

Portanto, para a resolução dos impasses e controle epidêmicos são necessárias. Cabe ao ministério da saúde aprimorar o saneamento básico das cidades e manter a limpeza e constate preservação da área urbana, com medidas sócio-educativas. E em parceria como a polícia federal garantir que os postos médicos têm os materiais médicos, com o combate a corrupção e aos desvios políticos. Além de melhor organizar o atendimento, capacitando seus servidores, com aulas e palestras, e aumento, com reformas, o número e a capacidade dos hospitais, que estará assim, preparados para lidarem com as epidemias.