Desafios na saúde pública: como lidar com epidemias no Brasil?
Enviada em 18/06/2021
No início do século XIX, muitos habitantes sofriam com as doenças trazidas pelos colonizadores europeus. Após o surgimento da primeira epidemia, introduzida no Brasil através dos navios negreiros, a febre-amarela causou um surto em uma grande parte da população brasileira, dando início ao uma série de epidemias no território brasileiro. Visto que esse problema é histórico, é de suma importância a interferência do governo para a prevenção das mortes causadas por epidemias, que podem ser evitadas com o cuidado devido.
Observa-se que, as epidemias muitas das vezes se originam em regiões periféricas, e cidades do interior, sendo descuidadas por falta de atenção do estado, a proliferação de doenças é mais propicia em esgotos ao ar livre, água parada, falta de tratamento da água e enchentes que são problemas encontrados nessas regiões com frequência. Salienta-se ainda que a falta de atendimento médico básico contribua para a contaminação da doença.
Com a implantação do SUS na década de 1970, a expectativa de cuidado à saúde pública aumentava, visto que em teoria, o atendimento seria crucial em emergências e um plano de saúde seria essencial. Entretanto, na prática, ocorrem descuidados frequentes na organização desse sistema, que muitas vezes é gerado pela falta de suporte do governo para auxiliar no bom funcionamento. A falta de materiais, leitos, médicos, a superlotação e até coisas de higiene básica causam a desvalorização do sistema, que em tese é totalmente necessário ao cidadão brasileiro.
Dessa forma, a OMS precisa se atentar ao cuidado da saúde brasileira, auxiliando o Sistema Único de Saúde (SUS), fazendo campanhas, incentivando o consumo de alimentos que aumentem a imunidade, alertar sobre a prevenção de contágio das doenças virais, e com ajuda da mídia expor a situação de forma consciente, cabe ao governo também tratar a água, o saneamento, para evitar criadouros. Com essas medidas, resultará em um progresso contra as epidemias, visando uma melhor resolução frente as epidemias.